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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Da magnífica pintura soviética da revolução de outubro, a magnifica mobilização popular do povo brasileiro. A marcha popular para a luta pela democracia e liberdade se faz    presente sempre. 

De camisas vermelhas com bandeiras nas mãos, forças populares ligadas a bases sindicais como a CUT, CTB, MST, e partidos políticos como o PCdoB, PT, entre tantos   ou- tros, estavam  encabeçados  na organização da manifestação  popular contra o Impeache-ment da presidente Dilma Rousef. Povo Brasileiro, povo guerreiro, povo de Luta.                                                                                           






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16 de dezembro de 2015

DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DA DEMOCRACIA



Nesta quarta-feira (16), PCdoB, PT, PSOL, PCO, CUT, CTB, Intersindical, MST, MTST, UNE e Conem organizam em todo o Brasil, junto com outros movimentos populares, um ato contra o golpe, pelo mandato da presidenta Dilma Rousseff, por mudanças na política econômica e pela cassação de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados.
O Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Democracia, Contra o Ajuste Fiscal e pela Cassação do Presidente da Câmara dos Deputados é a primeira  manifestação contra o retrocesso desde que Cunha, alvo de processo no Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, decidiu aceitar o pedido de impeachment da presidenta Dilma feito pela oposição, em uma atitude claramente vingativa. Cunha tentou chantagear o governo e o PT. Não aceitaria o pedido de impeachment contra Dilma desde que os deputados do partido que fazem parte do Conselho de Ética não votassem pela aceitação do processo de cassação contra ele. Depois da resposta negativa, se vingou.
Em São Paulo, o ato começa às 17h, com concentração em frente ao vão livre do MASP. Depois, tem caminhada até a Praça da República.
Atos já marcados nos Estados e no DF:
ALAGOAS
09h – Concentração e caminhada (local da concentração e trajeto da caminhada serão definidos hoje à noite).
AMAPÁ
17h – Concentração na Praça das Bandeiras, em Macapá.
AMAZONAS
16h – Concentração na Praça São Sebastião, em Manaus. Depois, deve ter caminhada.
BAHIA
14h – Concentração na Praça do Campo Grande, em Salvador.
CEARÁ
14h – Concentração na Praça da Bandeira. Depois, caminhada pelo centro da capital até a Catedral de Fortaleza, próximo ao Mercado Central.
– Tem também atos programados em Sobral, na Região Norte e em cidades da Região do Cariri, ao Sul.
DISTRITO FEDERAL
16h – Concentração no Estacionamento do Estádio Mané Garrincha, em Brasília.
ESPIRITO SANTO
16h – Concentração na Praça Oito, em Vitória. Depois, caminhada até o Palácio do Governo.
16h – Concentração na Praça do Mercado Municipal, no bairro Amarelo.
GOIÁS
15h – Concentração na Assembleia Legislativa de Goiânia. Depois tem caminhada.
MARANHÃO
15h – Concentração na Praça João Lisboa, em São Luís. Depois tem caminhada pelo centro comercial até a Praça Deodoro.
MATO GROSSO
06h – panfletagem e diálogo com trabalhadores/as no Terminal do CPA 1;  Acesso ao Distrito Industrial de Cuiabá; e na Praça Maria Taquara, em Cuiabá.
07h às 17h – Praça Ipiranga (panfletagem com diálogo, cadeia com Cunha preso, exposição de faixas e cartazes com os motes: fora Cunha, Cunha na cadeia, em defesa da democracia, pelo resultado das urnas, por um nova política econômica);
-17h – Praça Ipiranga – grande ato cultural em defesa da Democracia, em Cuiabá.
MATO GROSSO DO SUL
17h – Concentração na Ary Coelho, em Campo Grande.
MINAS GERAIS
16h – Concentração na Praça Afonso Arinos, em frente à escola de Direito da UFMG. Depois, caminhada pelas ruas do centro até a Praça da Estação.
PARÁ
17h – Concentração na Praça da República.
PARAÍBA
15h – Concentração na Praça da Independência, em João Pessoa. Depois tem caminhada pelo centro comercial até o Conto de Cem Reis.
PARANÁ
17h – Concentração na Praça Santos Andrade, depois caminhada até a Boca Maldita, em Curitiba.
PERNAMBUCO
15h – A concentração será na Praça Oswaldo Cruz, em frente ao Sindicato dos Jornalistas, na Boa Vista, em Recife. Depois tem caminhada até o monumento Tortura Nunca Mais
RIO DE JANEIRO
16h – Show na Cinelândia com vários artistas, intercalando falas políticas e vídeos de artistas que não poderão ir.
RIO GRANDE DO NORTE
11h – Ato em frente ao restaurante da APURN, no Centro de COnvicência da UFRN, em Natal.
15h – Concentração na frente shopping Midway Mall, em Natal.
15h – Concentração na Presidente Dutra, ao lado da Igreja de São Manoel, em Mossoró.
RIO GRANDE DO SUL
17h – Concentração na Esquina Democrática, em Porto Alegre.
SÃO PAULO
17h – Concentração no Vão Livre do MASP – caminhada até a Praça da República
SANTA CATARINA
16h – Concentração em frente à ALESC, em Florianópolis.
TOCANTINS
Tem ato em Palmas. CUT e movimentos sociais estão discutindo horário de local.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015


O CHAVISMO CONTINUA VIVO E FORTE


Na Venezuela, Na Argentina e agora no Brasil, esse sistema eleitoral é programado para dar vitórias aos partidos de direita, não cabe a esquerda socialista espaço suficiente no mundo das eleições burguesas. 
O próximo quem será: Equador? Bolívia? A revolução se faz necessário urgente.
O Chavismo não perdeu. O bolivarianismo segue em frente com seu diferencial na ordem do patriotismo e amor ao seu povo. 
O socialismo não sobrevive por eleições, isso é para a política burguesa e para a direita que adora o mi mi mi e o bla bla bla e as mentiras que adoram vomitar para o povo em promessas eleitorais. 
Maduro não é comunista e seu partido o PSUV é tipo um PT no Brasil, não são ideológicos. A esquerda Sul Americana precisa unir-se em prol de um projeto revolucionário para que saia vitoriosa nos seus objetivos de poder em prol da libertação dos seus povos das garras desse capitalismo degenerador com a implantação do verdadeiro socialismo científico.

Marcos Gil






As urnas foram implacáveis com o Grande Polo Patriótico, frente eleitoral comandada pelo Partido Socialista Unido da Venezuela.
A oposição conservadora, organizada ao redor da Mesa de Unidade Democrática, segundo estimativas parciais, alcançou 99 entre 167 cadeiras da Assembleia Nacional, enquanto o governismo ficou reduzido a 46. Ainda restam para escrutinar 22 vagas.
O resultado é incontestável, com a participação eleitoral batendo nos 75%.
A revolução bolivariana, pela primeira vez em 17 anos, perdeu maioria. Ainda que já tivesse sido derrotada no referendo de 2007 e no número de votos totais das eleições parlamentares de 2010, o inédito é a conformação de uma onda eleitoral negativa que altera estruturalmente um dos poderes da república.
Ao contrário do que propalavam aos quatros ventos os inimigos do chavismo, dentro e fora do país, as eleições ocorreram dentro da normalidade e o presidente Nicolás Maduro reconheceu prontamente a voz das urnas, sem qualquer esboço de desrespeito à Constituição ou virada de mesa.
As forças de esquerda, no entanto, estão obrigadas a compreender, dentro e fora da Venezuela, o que se passou. Os chavistas terão igualmente que decidir o rumo a tomar.
Talvez o principal erro tenha sido o esquecimento de uma velha lição sobre o colapso do socialismo na União Soviética: nenhum processo revolucionário sobrevive, a longo prazo, com esgotamento do sistema produtivo.
A China extraiu todas as conclusões do aprendizado. A esquerda latino-americana ainda patina neste capítulo do manual.
O problema não é somente venezuelano, tem dimensões mais universais.
Governos progressistas, em regimes capitalistas, podem impulsionar fortemente a geração de emprego e renda, reduzir a desigualdade social, universalizar direitos, ampliar serviços públicos e aumentar a participação dos trabalhadores na renda nacional.
O fortalecimento da demanda, em um primeiro momento, se transforma em contagiante força propulsora da economia, pois a ampliação do mercado interno estimula a produção e atrai novos investimentos.
Mas se reformas estruturais não são feitas a tempo, expandindo a oferta de bens e serviços em ritmo sincrônico ao aumento da renda, abre-se uma contradição de fundo que potencialmente conduz à crise inflacionária, ao desajuste cambial e ao esgotamento fiscal.
As alavancas de estimulo ao consumo são predominantemente públicas, vale lembrar, mas o capital de investimento continua concentrado nas corporações privadas, nacionais e estrangeiras. Esses setores tomam decisões a partir da taxa de lucro, da segurança jurídica e de interesses político-ideológicos claramente definidos.
Pouco alvissareiro é o cenário se o Estado mostra-se incapaz de reordenar a economia, colocando sobre seu controle ou regulação ferramentas fundamentais para o desenvolvimento, particularmente as riquezas naturais e o sistema de crédito, ao mesmo tempo que estimula pacto produtivo com o empreendedorismo, os setores não monopolistas do capital e até mesmo grupos empresariais de grande porte.
A Venezuela é o maior exemplo continental de sucesso em distribuição de renda, avanço dos direitos populares, melhoria do padrão de vida e turbinagem dos principais indicadores de bem-estar.
Isso somente foi possível porque o governo passou a dirigir efetivamente a PDVSA e reorientou a renda petroleira, em período altista nos preços do ouro negro, para custear amplos programas sociais.
A estrutura econômica, porém, manteve-se praticamente intacta, com altíssimo grau de dependência do petróleo e baixo grau de diversificação. Era esse o atalho mais rápido, ironicamente, para oferecer prosperidade imediata à maioria dos venezuelanos, antes estrangulada pela apropriação da principal riqueza do país pelas famílias oligárquicas.
A revolução produtiva, conceito do próprio chavismo, significava caminho mais lento e difícil, além de pressionar por boa fatia dos recursos aplicados na construção acelerada de sistema de bem-estar.
O símbolo maior desta política provavelmente seja o preço da gasolina: mantido inalterado há muitos anos, equivale a 2% da média mundial, gerando um prejuízo anual de 8 a 12 bilhões de dólares, ao redor de 2,5% do PIB nacional.
Sem mudanças de largo alcance, o país continuou importando grande parte do que consome, mas em escala várias vezes superior que no passado, por conta da expansão de demanda.
Enquanto o movimento ascensional do petróleo custeou esse modelo, o voo era de cruzeiro. A terrível baixa dos últimos anos, no entanto, levou a uma situação de bancarrota, expondo fragilidades que acabaram aproveitadas pelo terrorismo econômico, instrumento oposicionista para sabotar o governo e leva-lo às cordas.
O governo nacionalizou empresas, criou redes de distribuição, buscou incentivar a agricultura e tentou enfrentar a chantagem burguesa com medidas administrativas. Quando o preço dos barris despencou, nada disso se mostrou suficiente ou eficaz.
O resultado, na soma entre esgotamento e sabotagem, foi uma gravíssima crise inflacionária e de escassez mercantil, além de cambial, duradoura a ponto de minar até as bases históricas do eleitorado chavista.
O problema não é novo. Durante vários anos, as formidáveis conquistas sociais, a disposição do chavismo para a disputa político-ideológica e a construção de forte identidade popular com o projeto permitiram substituir a economia pela política.
Ontem esta estratégia se revelou terminal.
O presidente Nicolás Maduro, em mensagem de reconhecimento democrático das urnas, claramente identificou o cenário e assumiu compromisso de enfrentá-lo.
Mas terá que fazê-lo em uma correlação de forças bastante diferente.
As eleições empurram o chavismo, se quiser ter alguma chance de sobrevivência, para a necessidade de estabelecer novas alianças e tentar dividir a oposição, agora majoritária no parlamento.
Não apenas por razões produtivas, mas também políticas, terá de reconstruir canais de diálogo e concessão com frações do empresariado.
A empreitada será dificílima: enfrentará uma direita que se sente muito perto de recuperar o poder e a galope de uma ofensiva aparentemente imparável.
O fato, porém, é que inexiste espaço real, interno ou internacional, para qualquer outra alternativa. As circunstâncias são parecidas com a derrota sandinista na Nicarágua, em 1990.
A revolução, para continuar respirando, mesmo por aparelhos, está diante da obrigação de dar vários passos atrás.
aqui a alguns meses, haverá a batalha final, com convocação de referendo revogatório do mandato presidencial, previsto na Constituição.
A areia na ampulheta é rala, mas o chavismo sempre se destacou pelo fôlego de gato, como se sete vidas tivesse.
A saber se ontem perdeu a sexta ou a sétima de suas existências.
- Por: Breno Altman.

domingo, 6 de dezembro de 2015



Começando a analise do sistema de quadros para a contemporaneidade fica claro a necessidade de aumentar a capacidade do partido de ter em seu ceio um maior numero de pessoas habilitadas na temática marxista-leninista. Partindo desta, os cursos são o passaporte inicial para estes novos filiados chegarem a condição de militantes da causa revolucionaria, logo após os mesmos passarão conforme seu desempenho prático a condição de quadros do partido. Estes se dividirão em graus de maior ou menor envergadura. 

O nosso entendimento é da necessidade de estimular os novos filiados a uma participação mais ativa e efetiva ocupando todos os espaços possíveis, desde os ditos menos importantes aos mais elevados sem perderem o vinculo com as massas. Aqui para mim começa o X da questão. Manter os critérios Leninistas para a seleção de quadros e qualificar esta seleção para nova etapa do processo revolucionário.

Em minha ótica fica claro a necessidade de se implementar uma concepção de maior responsabilidade, em todos atos. Manter horários de reuniões, ser dedicado à causa da classe operária, e ser fiel e sincero ao partido. O método que proponho ser intensificado, quantitativamente e qualitativamente é a prática efetiva da crítica e autocrítica em todas as reuniões culminando com cada individuo realizando toda noite sua própria autocrítica, aí sim, teremos alguém incorporado ao espírito de mudanças que se fazem necessárias a fim de elevar o grau de compreensão do próprio individuo, trazendo grandes e definitivas conquistas para o partido.

Proponho a criação de um artigo próprio para a pratica da critica e autocrítica, ou destacar melhor o item (d) do artigo sexto do presente estatuto. Oferecendo assim uma melhor visualização da necessidade prática da crítica e autocrítica. Este estímulo elevará o grau de comprometimento do individuo com a causa e o partido, vejam um dirigente estadual ou nacional chegando a uma reunião partidária e fazendo uma autocrítica (ex: por demorar ter vindo aquele município) seu exemplo ficará na memória e ajudará nesta prática que vem sendo colocada de lado, em varias estâncias partidárias. E desconhecida por muitos membros de Diretórios Municipais e de Bases.

Com uma concepção autocrítica bem definida o individuo consegue perceber a necessidade de um maior aprofundamento teórico marxista e cultural, culminando com um engajamento maior nos estudos políticos, e enriquecimento da própria vida familiar, profissional e social, logo alguém mais preparado e disposto a atuar diariamente, nos embates do partido. Tenho a compreensão clara que não apenas, a crítica e a autocrítica resolverão todos os problemas, mas com certeza ajudarão em muito, na melhora de nossos quadros. Sempre é bom lembrar que a prática da crítica e autocrítica leva a colhermos bons frutos no terreno de quadros, seja com a correção de postura ou na própria seleção de quadros, onde pode-se notar diferenças entre palavra e pratica.

Cabe salientar que todos partidos que se afastaram da metodologia leninista fracassaram, tornando-se meros colaboradores da política burguesa, nesta lógica manter os critérios leninistas significa avançar no tempo e ocupar espaço. 

Victor Miguel Nobre 
Militante

Esta matéria foi originalmente divulgada no 12° Congresso do PC do B.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Com a Vitória de Flavio Dino no governo do Maranhão, é pra virar a página da triste história deste estado. Depois de décadas e mais décadas de governos que produziam a pobreza, agora é a hora de  mudança e mudança pra melhor, mudança diferente, mudança persistente, mudança pra valer a pena. O povo do Maranhão merece. Nunca mais sofrerão exploração e desprezo. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014


A 4ª FROTA ESTÁ DE VOLTA

NO MOMENTO DE MAIOR IMPORTÂNCIA PARA O BRASIL NO CENÁRIO INTERNACIONAL E QUANDO ELE SE FIRMA COMO GRANDE LIDERANÇA POLÍTICA E ECONÔMICA NA AMÉRICA DO SUL E NO MUNDO E COM A DESCOBERTA DO PRÉ-SAL, VER A REATIVAÇÃO DA 4ª FROTA DA MARINHA AMERICANA É UMA GRANDE AFRONTA A SOBERANIA NACIONAL, DEVEMOS FICAR ATENTOS A ESTE "PASSEIO" BÉLICO DA MARINHA DOS EEUU, QUE QUER DEMONSTRAR APENAS SEU POTENCIAL TECNOLÓGICO E SE FIRMAR COMO POTÊNCIA PROMOVENDO O MEDO E A INTIMIDAÇÃO PARA OS PAÍSES SUL AMERICANOS. O BRASIL NÃO DEVE ABAIXAR SUA CABEÇA DIANTE DESTE FATO E SIM SEGUIR EM FRENTE. 


O ressurgimento da Quarta Frota da Marinha dos EUA (USN), administrativamente funcionando desde o dia 1º de julho de 2008, gerou um verdadeiro alvoroço por toda a América Latina. A reação por parte dos diferentes Estados do continente foi, dominantemente, negativa. Além disso a mídia deu amplo e inflado destaque ao acontecimento, despertando as mais apaixonadas opiniões na população local e nos seus representantes políticos.

Mas poucos realmente pararam para refletir e perguntar: o que é a Quarta Frota? Como ela está organizada e por que ela foi criada? No Brasil, diversos segmentos da mídia, para não dizer a quase totalidade dela, apontam as grandes descobertas brasileiras de petróleo localizadas em alto-mar, na camada denominada “pré-sal”, como a principal razão para a recriação da Quarta Frota. Outro motivo seria a Venezuela, comandada por Hugo Chaves e hoje Maduro, e sua influência anti-americana no continente.
No entanto, para entendermos a criação da Quarta Frota e o que ela realmente significa é necessário conhecer tanto a estrutura das Forças Armadas dos EUA como a organização da Marinha daquele país, amedrontando os países sul americanos com seu poder bélico marítimo?. 

A quarta frota seria um mecanismo de intimidar os países da América do Sul que se despertam rumo ao socialismo? 

Com a participação do Brasil no BRICS, a união desses cinco países, fortalece todos esses para uma não dependência econômica dos EUA como era antes.  

Não é algo trivial, nem de fácil assimilação. Mas a ausência de compreensão destes itens acarretará em uma análise superficial e equivocada, originando comentários apaixonados e carregados de conteúdo político-partidário na economia dos países sul americanos.

O congresso Brasileiro e dos Países como Uruguai e Argentina e Venezuela, devem apoiar seus presidentes a fazer um pedido formal na ONU, para a desativação dessa frota?

Vamos aguardar.